segunda-feira, 12 de abril de 2010

Somos criativo mas não sabemos como SER...





Terminei de ler o livro "A estratégia do Oceano Azul” dos W. Chan Kim e Renée Mauborgne. Mesmo assim que não é da minha área, mas me fez perceber este estratégia tem muita a ver que falta criatividade dos cozinheiros que não conseguem decolar o próprio mercado e até seu nome. Para aplicar a estratégia do oceano azul, precisamos ser muito criativo para fortalecer o mercado.E criar estratégias inovadoras para desbravar “oceanos azuis” de espaços inexplorados de mercado. Por que será? Não somos tão criativo ou clientes não querem que nós sejamos criativos?

Ou seja, chef não sabe ser criativo e criar os pratos. Quando criamos restaurante, tentamos criar conceito culinário contemporânea. Mas quando se fala em cozinha contemporânea não é criar os pratos, ou seja, designar tudo o que produzido no momento, sim que nos propõe um pensamento sobre a própria a arte ou uma analise critica da pratica visual. Como dispositivo de pensamento. A arte de cozinhar interroga e atribui novos significados ao se apropriar a imagens da sua cozinha, não só as que fazem parte da historia da culinária e gastronômica, mas também as que habitam o cotidiano. Os pensamentos de chef contemporâneo procuram o conceito das criações para o seu restaurante ou trabalhar para alguém da sociedade gastronômica. E os profissionais “restauranter”, empreendedores da área alimentícia não buscam mais o novo e nem o espanto.

O chef de cozinha moderna sabe que criar mais de um prato sobre um prato branco e virgem, e é indispensável saber ver o que está atrás do branco UMA HISTÓRIA. O que vai terminar a contemporaneidade é a qualidade da linguagem, o uso preciso do meio para expressar uma idéia, onde pesam as experiências e informações.

É muito mais de uma questão de ética do que de estilo, para se inventar com a arte de cozinhar ter uma reflexão. Não existem estilos ou movimentos com as vanguarda que fizeram a modernidade. O que há e uma pluralidade de estilos, de linguagem, contraditórios e independentes, convivendo em paralelo, por que a culinária contemporânea não é o lugar afirmação de verdades absolutas das suas criações.

Como as vanguardas da primeira metade do século passado, propões o estranhamento ou questionamento da linguagem do seu conceito da sua cozinha e cultura culinária. Com objetivo de criar novidades e se colocar à frente do progresso da cozinha. Hoje em dias, se fala até ausência “NOVO”, num retorno a tradição. A mentalidade dos chefs contemporâneos que a sua marca não é mais novidade. Diante da sua importância da IMAGEM como CHEF. No mundo gastronomia que estamos vivendo tornou-se necessário para a contemporaneidade enunciar uma critica da IMAGEM. A arte da cozinha contemporânea passou a ocupar o espaço da invenção e da critica de si mesmo.

O movimento culinária vanguarda europeus guiavam a cultura gastronomia de seus tempos. As modernidades da cozinha costumam ser entendida como um ideário ou visão de mundo que está relacionada ao projeto de mundo gastronômico moderna. Na primeira tentativa de caracterização da modernidade da cozinha pode descrevê-la como um estilo, um costume de vida, organização social e cultural, que devido a sua influencia da cozinha “Nouvelle cuisine” , “Fusion”, e como princípios básicos o envolvimento de sentidos, o estímulo do uso mútuo de percepções para gerar uma leitura mais complexa dos alimentos. Tudo cria um conjunto de sensações elaboradas, ilimitando o sabor e efeitos da comida diretamente aos sentidos humanos e renda-se tornar mundial.

Krafts, é uma manifestações dos brilhantes chefs onde as suas criações é composta de elemento organizado em um ambiente fechado. A disposição de elementos no espaço tem a intenção de criar uma relação com os clientes e críticos gastronômico. Uma das possibilidades da instalação do seu restaurante é provocar sensações: FRIO, CALOR, ODORES e SONS, ou coisas simplesmente chamassem atenção dos clientes ao redor para obter nova experiência gastronomia.

Expor a verdade psicológica ao despir alimentos ordinários de sua significância normal, a fim de criar uma imagem que ia além da organização formal que não se salienta. Isto é raro, obter chef brasileiro tornar sua marca mundial como Alex Atala, Helena Rizo e o seu esposo catalão, e Shin Koike. São pessoas quem mais admiro das suas criatividades e idéias na cozinha.

“O pensamento se faz na boca”, Isto mesmo, famoso poeta Tristan Tzara que disse este famosa poesia surrealismo. Quando mergulhamos em nosso pensamento surreal e somos realmente ilimitados das ideais e criações.

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